sábado, 3 de maio de 2008

Highway To Hell

"Living easy, living free
...
Going down, party time
My friends are gonna be there too
...
No stop signs, speed limit
Nobody's gonna slow me down
Like a wheel, gonna spin it
Nobody's gonna mess me round
Hey Satan, paid my dues
Playing in a rocking band
Hey Momma, look at me
I'm on my way to the promised land

Highway to hell (I'm on the highway to hell)
Highway to hell (Highway highway highway)
Highway to hell (I'm on the highway to hell)
Highway to hell
And I'm going down, all the way down..."



Highway To Hell
ACDC

moody day at New Hope




moody day at New Hope.....
Arthur Gorniak

sábado, 26 de abril de 2008

Às Vezes o Paraíso

Se eu como ele, o meu amor
tão anterior assim ao próprio amor,
o cajado e a pele por simbólica mão,
e o perfume que em mim,
então,

talvez eu te fizesse
sentir sem que o soubesse,
ao certo,
a chamamento à noite, falar
muito de noite e nela adormecer.
Longuíssima e final. Mas nova sempre.
Reencarnando os tempos e as datas.

De memórias tão curtas. E do fim
mais final do esquecimento.
Ter encontrado há pouco coisa dada
há quantos anos? Trinta?
«Não te esqueças de mim.».


de Às Vezes o Paraíso

Ana Luísa Amaral
Anos 90 e agora
Uma Antologia da Nova Poesia Portuguesa
edições quasi

sexta-feira, 25 de abril de 2008



"Nessa primaveril madrugada de Abril, acordámos em liberdade, fomos chamados à vida, fomos apelados e projectados na história. Em Abril, aconteceu a Revolução, anunciadora de transformações políticas, económicas, culturais, sociais e educativas, profundas e totais. Uma Revolução encantada e alimentada pela ideia de mudança, durante tantos anos inibida e agrilhoada... Em cada dia, ecoará o 25 de Abril da liberdade e da democracia."

Este artigo foi escrito para assinalar o 13º Aniversário do 25 de Abril, em Vagos, no ano de 1987.

Tantos soldados que deram a vida pela liberdade deste país ...
Tenho orgulho em ser Português e orgulho em ser militar, 25 de Abril sempre fascismo nunca mais.

domingo, 20 de abril de 2008

O verão deixa-me os olhos mais lentos sobre os livros




O verão deixa-me os olhos mais lentos sobre os livros.
As tardes vão-se repetindo no terraço, onde as palavras
são pequenos lugares de memória. Estou divorciada dos
outros pelo tempo destas entrelinhas - longe de casa,
tenho sonhos que não conto a ninguém, viro devagar

a primeira página: em fevereiro, eles ainda faziam amor
à sexta-feira. De manhã, ela torrava pão e espremia
laranjas numa cozinha fria. Havia mais toalhas para lavar
ao domingo, cabelos curtos colados teimosamente ao espelho.
Às vezes, chovia e ambos liam o jornal, dentro do carro,
antes de se despedirem. As vezes, repartiam sofregamente
a infância, postais antigos, o silêncio - nada

aconteceu entretanto. Regresso, pois, à primeira linha,
à verdade que remexe entre as minhas mãos. Talvez os olhos
estivessem apenas desatentos sobre o livro; talvez as histórias
se repitam mesmo, como as tardes passadas no terraço, longe
de casa. Aqui tenho sonhos que não conto a ninguém.



Maria do Rosário Pedreira
de A Casa e o Cheiro dos Livros

sábado, 19 de abril de 2008

U2 One

Is it getting better
Or do you feel the same?
...
Have you come here for forgiveness?
Have you come to raise the dead?
Have you come here to play Jesus
to the lepers in your head?

Did I ask too much, more than a lot?
...
When all you’ve got is hurt
...
One life but we're not the same


One
U2

Para quem gosta dos U2 fica aqui um novo blog dedicado aos mesmos feito por um amigo Aveirense, devo dizer que é bastante bom portanto, cliquem ai U2 de Moliceiro =)

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Vasco da Gama termina a descrição da geografia europeia ao rei de Melinde: "Eis aqui (...) o Reino Lusitano, onde a terra se acaba e o Mar começa; Esta é a ditosa pátria minha amada..."

Os Lusíadas de Luís de Camões
Canto III estânc.17,20,21